Lenda do Acervo
Zelo e Zelito
A História
Quando a gente mergulha nos tesouros guardados nos velhos LPs de vinil, descobre verdadeiras relíquias da nossa música caipira. É bem o caso da clássica dupla Zelo e Zelito, um nome que respira a pura tradição, o talento genuíno e o respeito pelas coisas da nossa terra.
O trabalho dessa parceria ficou eternizado naqueles discos pretos que rodavam nas vitrolas de antigamente, com registros preciosos que saíam pelo selo da Gravadora Caranguejo — a exemplo daquele LP inesquecível de catálogo PSP-LP-2.139, que fazia a alegria dos apaixonados por uma boa moda nas rodas de viola.
O repertório deles era uma verdadeira aula de cultura popular, passeando com maestria pelas vertentes mais autênticas do nosso cancioneiro. É impossível não se render ao compasso tradicional do cateretê, brilhantemente representado na faixa "Dois Amores", uma composição de Galo Véio. Ou então sentir a batida firme do cururu na música "Fazendeiro Zacarias", escrita pelo próprio Zelito em parceria com Rogério Martinez.
E para mostrar que o violeiro de raiz também tem tirada rápida e muito bom humor, eles brilharam no pagode caipira com a divertida música de protesto "Não Sou do Yê Yê Yê", assinada solo por Zelito.
Zelo e Zelito deixaram gravada na história a alma do nosso povo em cada acorde. É o tipo de som que faz a gente olhar para o passado com um sorriso no rosto, lembrando que a nossa cultura caipira é rica, viva e eterna.
O trabalho dessa parceria ficou eternizado naqueles discos pretos que rodavam nas vitrolas de antigamente, com registros preciosos que saíam pelo selo da Gravadora Caranguejo — a exemplo daquele LP inesquecível de catálogo PSP-LP-2.139, que fazia a alegria dos apaixonados por uma boa moda nas rodas de viola.
O repertório deles era uma verdadeira aula de cultura popular, passeando com maestria pelas vertentes mais autênticas do nosso cancioneiro. É impossível não se render ao compasso tradicional do cateretê, brilhantemente representado na faixa "Dois Amores", uma composição de Galo Véio. Ou então sentir a batida firme do cururu na música "Fazendeiro Zacarias", escrita pelo próprio Zelito em parceria com Rogério Martinez.
E para mostrar que o violeiro de raiz também tem tirada rápida e muito bom humor, eles brilharam no pagode caipira com a divertida música de protesto "Não Sou do Yê Yê Yê", assinada solo por Zelito.
Zelo e Zelito deixaram gravada na história a alma do nosso povo em cada acorde. É o tipo de som que faz a gente olhar para o passado com um sorriso no rosto, lembrando que a nossa cultura caipira é rica, viva e eterna.