Lenda do Acervo
Os Monarcas
A História
Quando a gente fala sobre a história viva do tradicionalismo gaúcho, o nome de Os Monarcas vem logo na cabeça como um verdadeiro monumento. Fundado lá na cidade de Erechim, no Rio Grande do Sul, esse grupo já passou dos cinquenta anos de estrada. Mais do que tocar, eles carregam a missão sagrada de manter acesa a chama do autêntico fandango e da cultura sulista em cada canto por onde passam.
O som deles tem uma identidade que a gente reconhece de longe. A gaita, o violão e o contrabaixo se unem numa harmonia perfeita que traz o cheiro do campo e a vida do galpão direto para o palco. E o visual acompanha a tradição com muito orgulho, com os integrantes sempre pilchados dos pés à cabeça, usando a bombacha, a bota e o chapéu com aquela postura que respeita a história do nosso povo.
Ao longo de dezenas de álbuns lançados, o repertório virou a trilha sonora oficial de quem ama arrastar a sola da bota no salão. É impossível não se emocionar ou querer dançar quando toca um sucesso como "O Vento", "Sonhando na Vaneira", "Cheiro de Galpão", o clássico "Sistema Antigo" ou a emocionante homenagem "Erechim: História e Canto".
Por trás dessa caminhada linda esteve por décadas a liderança marcante do mestre Nésio Alves Corrêa, o querido Gildinho, uma verdadeira lenda viva do nosso tradicionalismo. Mesmo com as mudanças naturais do tempo e algumas perdas na estrada, o grupo segue firme sob o lema de que o legado fica e a história continua. Os Monarcas provam que a verdadeira música do Sul não envelhece, ela apenas se renova para encantar novas gerações de baileiros.
O som deles tem uma identidade que a gente reconhece de longe. A gaita, o violão e o contrabaixo se unem numa harmonia perfeita que traz o cheiro do campo e a vida do galpão direto para o palco. E o visual acompanha a tradição com muito orgulho, com os integrantes sempre pilchados dos pés à cabeça, usando a bombacha, a bota e o chapéu com aquela postura que respeita a história do nosso povo.
Ao longo de dezenas de álbuns lançados, o repertório virou a trilha sonora oficial de quem ama arrastar a sola da bota no salão. É impossível não se emocionar ou querer dançar quando toca um sucesso como "O Vento", "Sonhando na Vaneira", "Cheiro de Galpão", o clássico "Sistema Antigo" ou a emocionante homenagem "Erechim: História e Canto".
Por trás dessa caminhada linda esteve por décadas a liderança marcante do mestre Nésio Alves Corrêa, o querido Gildinho, uma verdadeira lenda viva do nosso tradicionalismo. Mesmo com as mudanças naturais do tempo e algumas perdas na estrada, o grupo segue firme sob o lema de que o legado fica e a história continua. Os Monarcas provam que a verdadeira música do Sul não envelhece, ela apenas se renova para encantar novas gerações de baileiros.