Lenda do Acervo
Nicanor e Palmeri
A História
Se a gente parar para pensar no sertanejo que percorria as estradas brasileiras debaixo da lona de um circo, a dupla Nicanor e Palmeri não pode ficar de fora. Eles foram a trilha sonora de uma época onde o Brasil profundo se encontrava nas arquibancadas de madeira, ouvindo o som puro da viola e do violão ecoar na noite. Formados lá no finalzinho dos anos 60, eles não buscavam o luxo; buscavam a verdade. Com seis LPs gravados, deixaram um legado que é, acima de tudo, uma aula de como se fazer música caipira com respeito e alma.
O talento ali corria no sangue. O Nicanor, lá de Uberaba, vinha da famosa família Silveira — irmão caçula dos também consagrados Silveira e Silveirinha. Ele cresceu cercado pela música e, por indicação do irmão, acabou encontrando o parceiro ideal no Palmeri. Foi um encontro de almas musicais, daquelas parcerias que parecem ter sido escritas pelas estrelas. Juntos, eles conseguiram uma sintonia vocal que é difícil de encontrar hoje em dia, um dueto alinhado que soava como uma conversa entre dois amigos de longa data.
E olha, se existe uma música que define o auge da dupla, essa música é "Amor em Segredo". Lançada em 1979, ela não foi apenas um sucesso, virou um hino do "modão bruto". É aquele tipo de canção que a gente ouve e o coração aperta. A história do eu lírico, preso num amor proibido e impossível, tocou fundo em muita gente. Até hoje, quando toca esse modão, qualquer fã de sertanejo raiz para o que está fazendo só para cantar junto o refrão. É um clássico absoluto, daquelas que, não importa quanto tempo passe, a gente nunca esquece.
A vida, como todo mundo sabe, tem seus ciclos e a dupla acabou se separando por motivos de força maior, embora a amizade tenha permanecido firme até o fim. O Nicanor ainda chegou a gravar com o cantor Aguiar nos anos 90, trazendo aquela segunda voz inconfundível no álbum "Beijo da Despedida", mas o trabalho ao lado de Palmeri é o que realmente ficou marcado na história. Eles foram, e sempre serão, uma daquelas duplas que ajudaram a construir o alicerce do nosso sertanejo. É muito bom lembrar desses nomes, porque manter viva a história de Nicanor e Palmeri é também manter viva a nossa própria história.
O talento ali corria no sangue. O Nicanor, lá de Uberaba, vinha da famosa família Silveira — irmão caçula dos também consagrados Silveira e Silveirinha. Ele cresceu cercado pela música e, por indicação do irmão, acabou encontrando o parceiro ideal no Palmeri. Foi um encontro de almas musicais, daquelas parcerias que parecem ter sido escritas pelas estrelas. Juntos, eles conseguiram uma sintonia vocal que é difícil de encontrar hoje em dia, um dueto alinhado que soava como uma conversa entre dois amigos de longa data.
E olha, se existe uma música que define o auge da dupla, essa música é "Amor em Segredo". Lançada em 1979, ela não foi apenas um sucesso, virou um hino do "modão bruto". É aquele tipo de canção que a gente ouve e o coração aperta. A história do eu lírico, preso num amor proibido e impossível, tocou fundo em muita gente. Até hoje, quando toca esse modão, qualquer fã de sertanejo raiz para o que está fazendo só para cantar junto o refrão. É um clássico absoluto, daquelas que, não importa quanto tempo passe, a gente nunca esquece.
A vida, como todo mundo sabe, tem seus ciclos e a dupla acabou se separando por motivos de força maior, embora a amizade tenha permanecido firme até o fim. O Nicanor ainda chegou a gravar com o cantor Aguiar nos anos 90, trazendo aquela segunda voz inconfundível no álbum "Beijo da Despedida", mas o trabalho ao lado de Palmeri é o que realmente ficou marcado na história. Eles foram, e sempre serão, uma daquelas duplas que ajudaram a construir o alicerce do nosso sertanejo. É muito bom lembrar desses nomes, porque manter viva a história de Nicanor e Palmeri é também manter viva a nossa própria história.