Lenda do Acervo
Barrerito
A História
Barrerito, nome artístico de **Élcio Neves Borges**, foi um dos grandes nomes da música sertaneja brasileira. Cantor, violonista e violeiro, construiu uma trajetória marcada por talento, superação e uma voz inconfundível. Antes de se tornar conhecido nacionalmente, iniciou sua carreira ainda na década de 1960, formando parcerias com artistas como Flor da Índia, Baianito e Criolo.
O grande momento de sua carreira veio em 1976, quando ao lado de **Creone** e **Mangabinha** passou a integrar o lendário **Trio Parada Dura**. Com o grupo, Barrerito ajudou a escrever uma das páginas mais importantes do sertanejo, conquistando milhares de fãs e participando de uma fase de grande crescimento da música sertaneja no Brasil.
Em 6 de setembro de 1982, sua trajetória sofreu uma grande mudança após um grave acidente aéreo na cidade de Espírito Santo do Pinhal (SP), que o deixou paraplégico. Durante o período de recuperação, seu irmão **Parrerito** assumiu seu lugar no Trio Parada Dura. Posteriormente, em 1987, Barrerito deixou definitivamente o grupo, enfrentando dificuldades para retornar ao cenário musical, mas mantendo sua paixão pela música.
No mesmo ano, iniciou sua carreira solo com o título de **"O Cantor das Andorinhas"**, lançando o álbum **"Onde Estão os Meus Passos"** pela gravadora Copacabana. A música que dava nome ao disco, composta em parceria com Carlos Randall e Nilza Carvalho, tornou-se um dos destaques dessa nova fase. Ao longo da carreira solo, lançou nove LPs pelas gravadoras Copacabana e RGE, conquistando 19 discos de ouro e oito de platina.
Conhecido também por sua personalidade marcante e por seu jeito único de interpretar a música sertaneja, Barrerito era admirado pela rapidez com que realizava gravações em estúdio, chegando a registrar um LP em apenas 24 horas. Em 1997, voltou a se reunir com antigos parceiros e formou o **Trio Alto Astral**, ao lado de Voninho e Creone, lançando o álbum **"Dor de Cotovelo"** em 1998.
Barrerito faleceu em 1998, aos 56 anos, vítima de um infarto, deixando uma enorme contribuição para a música sertaneja brasileira. Seu legado continua vivo através de suas gravações e homenagens, como o álbum **"Barrerito Eternamente um Ídolo"**, lançado em 2017 com músicas inéditas resgatadas de uma fita K7. Seu filho, Barrerito Jr., também seguiu carreira musical e realizou a turnê **"Tal Pai, Tal Filho"** em homenagem ao pai, mantendo viva a memória de um dos grandes artistas do sertanejo.
O grande momento de sua carreira veio em 1976, quando ao lado de **Creone** e **Mangabinha** passou a integrar o lendário **Trio Parada Dura**. Com o grupo, Barrerito ajudou a escrever uma das páginas mais importantes do sertanejo, conquistando milhares de fãs e participando de uma fase de grande crescimento da música sertaneja no Brasil.
Em 6 de setembro de 1982, sua trajetória sofreu uma grande mudança após um grave acidente aéreo na cidade de Espírito Santo do Pinhal (SP), que o deixou paraplégico. Durante o período de recuperação, seu irmão **Parrerito** assumiu seu lugar no Trio Parada Dura. Posteriormente, em 1987, Barrerito deixou definitivamente o grupo, enfrentando dificuldades para retornar ao cenário musical, mas mantendo sua paixão pela música.
No mesmo ano, iniciou sua carreira solo com o título de **"O Cantor das Andorinhas"**, lançando o álbum **"Onde Estão os Meus Passos"** pela gravadora Copacabana. A música que dava nome ao disco, composta em parceria com Carlos Randall e Nilza Carvalho, tornou-se um dos destaques dessa nova fase. Ao longo da carreira solo, lançou nove LPs pelas gravadoras Copacabana e RGE, conquistando 19 discos de ouro e oito de platina.
Conhecido também por sua personalidade marcante e por seu jeito único de interpretar a música sertaneja, Barrerito era admirado pela rapidez com que realizava gravações em estúdio, chegando a registrar um LP em apenas 24 horas. Em 1997, voltou a se reunir com antigos parceiros e formou o **Trio Alto Astral**, ao lado de Voninho e Creone, lançando o álbum **"Dor de Cotovelo"** em 1998.
Barrerito faleceu em 1998, aos 56 anos, vítima de um infarto, deixando uma enorme contribuição para a música sertaneja brasileira. Seu legado continua vivo através de suas gravações e homenagens, como o álbum **"Barrerito Eternamente um Ídolo"**, lançado em 2017 com músicas inéditas resgatadas de uma fita K7. Seu filho, Barrerito Jr., também seguiu carreira musical e realizou a turnê **"Tal Pai, Tal Filho"** em homenagem ao pai, mantendo viva a memória de um dos grandes artistas do sertanejo.