Lenda do Acervo
Trio Alto Astral
A História
Pensa num grupo que nasceu com a energia lá no alto e um nome que já dizia tudo: o Trio Alto Astral. Fundado em 1997, lá nas terras férteis de Uberlândia, em Minas Gerais, esse projeto surgiu para marcar o cenário da música sertaneja e do modão de raiz. Eles ganharam o coração do público por causa de uma mistura contagiante de apresentações cheias de vida e aquele repertório que ninguém consegue ficar parado ouvindo. É aquele tipo de som que tem a cara do Brasil e que faz a gente se sentir em casa logo nos primeiros acordes.
A história dessa formação original é daquelas que dá gosto de contar, porque reuniu verdadeiras lendas do nosso cancioneiro. Imagine um trio formado por Creone, que já era uma instituição da música sertaneja pelo seu trabalho impecável no Trio Parada Dura, somado à voz inconfundível do Barrerito e à maestria do Voninho na sanfona. Não tinha como dar errado. Eles começaram com o pé direito, lançando o primeiro trabalho pela gravadora RGE e emplacando de cara o grande sucesso "Saudade Pica-Pau", que tocou à exaustão e confirmou que eles tinham vindo para ficar.
Infelizmente, a vida tem seus momentos de dor, e o falecimento precoce do inesquecível Barrerito acabou interrompendo os planos do grupo, que se desfez temporariamente. Mas, como a música sempre arruma um jeito de continuar, em 1999 o projeto ganhou um novo fôlego. O Voninho, que sempre foi um batalhador pela nossa cultura, decidiu reativar o Trio Alto Astral trazendo uma nova formação que manteve a qualidade lá no topo: além dele, entraram o Rio Preto e o Ribeirão. Foi um recomeço que honrou a história que já tinha sido escrita.
O legado do Trio Alto Astral é uma parte importante da nossa música, servindo como uma ponte entre as grandes tradições do sertanejo de raiz e a necessidade de renovação que o gênero sempre teve. Eles provaram que, mesmo com mudanças na formação, a essência do modão bem tocado e cantado com verdade nunca morre. Quem gosta de uma boa moda, acompanhada de uma sanfona bem tirada e vozes que carregam a emoção da vida no campo, sempre vai ter um lugar especial na memória e nos ouvidos para o que esse grupo produziu ao longo dos anos.
A história dessa formação original é daquelas que dá gosto de contar, porque reuniu verdadeiras lendas do nosso cancioneiro. Imagine um trio formado por Creone, que já era uma instituição da música sertaneja pelo seu trabalho impecável no Trio Parada Dura, somado à voz inconfundível do Barrerito e à maestria do Voninho na sanfona. Não tinha como dar errado. Eles começaram com o pé direito, lançando o primeiro trabalho pela gravadora RGE e emplacando de cara o grande sucesso "Saudade Pica-Pau", que tocou à exaustão e confirmou que eles tinham vindo para ficar.
Infelizmente, a vida tem seus momentos de dor, e o falecimento precoce do inesquecível Barrerito acabou interrompendo os planos do grupo, que se desfez temporariamente. Mas, como a música sempre arruma um jeito de continuar, em 1999 o projeto ganhou um novo fôlego. O Voninho, que sempre foi um batalhador pela nossa cultura, decidiu reativar o Trio Alto Astral trazendo uma nova formação que manteve a qualidade lá no topo: além dele, entraram o Rio Preto e o Ribeirão. Foi um recomeço que honrou a história que já tinha sido escrita.
O legado do Trio Alto Astral é uma parte importante da nossa música, servindo como uma ponte entre as grandes tradições do sertanejo de raiz e a necessidade de renovação que o gênero sempre teve. Eles provaram que, mesmo com mudanças na formação, a essência do modão bem tocado e cantado com verdade nunca morre. Quem gosta de uma boa moda, acompanhada de uma sanfona bem tirada e vozes que carregam a emoção da vida no campo, sempre vai ter um lugar especial na memória e nos ouvidos para o que esse grupo produziu ao longo dos anos.